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Publicado em 17 de outubro de 2018 às 11:06

Usuário brasileiro é o mais disposto a fornecer seus dados pessoais

Termos e condições de uso: quase ninguém lê, não é mesmo? A partir deles, os usuários aceitam ceder seus dados pessoais para usar serviços. Algumas cláusulas podem ser consideradas abusivas, segundo especialistas.

“Ao fazer uma compra neste site, você nos concede o direito intransferível, agora e para sempre, de propriedade da sua alma”.

Em 2009, por um dia, esse trecho fez parte dos termos de uma loja online, como brincadeira. Sete mil clientes concordaram com a condição, conforme conta o documentário “Sujeito a Termos e Condições”.

Edward Snowden, ex-agente da CIA e da NSA (a agência de segurança dos Estados Unidos), tornou públicos detalhes do sistema de vigilância global do governo dos EUA, e hoje vive exilado em Moscou. Apesar de Snowden já fazer esse tipo de alerta há alguns anos, a preocupação com a privacidade dos dados ainda não está presente no dia a dia dos brasileiros.

Segundo Rodrigo Nasser, sócio da ITU Partners e curador de tecnologia do E-commerce Brasil, nós somos o país que está mais disposto a oferecer nossos dados em troca de alguma coisa. “Quando eu falo de alguma coisa, não estou falando em descontos. Os brasileiros querem ter acesso a uma informação, algo diferente para compartilhar. O que ele foi na vida passada, por exemplo”, afirmou, citando os testes comuns em redes sociais.

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“A tecnologia deu às instituições a possibilidade de perscrutar informações privadas das pessoas. Se você tem um smartphone, a Apple ou o Google estão anotando onde você está agora. A sua operadora de telefonia celular também. E os governos podem solicitar essas informações”, afirmou.

Já as empresas começam a dar cada vez mais importância a esse tema. Frank Venjakob, diretor do The IT Security Expo & Congress, apresentou uma pesquisa que mostra que o setor de segurança da informação está crescendo em todo o mundo. Em comparação com 2017, tanto as vendas, quanto a verba e as vagas de emprego na área aumentaram. O problema é que não existem profissionais suficientes para suprir a demanda, de acordo com o especialista.

Para as empresas que estão dispostas a enfrentar esse novo desafio, é preciso assimilar que segurança da informação não é tarefa para uma única área. É necessário que todos os envolvidos no negócio entendam que também faz parte do seu papel, até como indivíduos, garantir a privacidade dos seus dados, dos dados de terceiros e se preparar não só para cumprir a nova legislação, mas para usar esse aprendizado para se diferenciar no mercado.


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