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Publicado em 03 de abril de 2019 às 16:19

Como gerar valor a partir da Internet das Coisas?

Conectar centenas de sensores a um painel de controle na web é suficiente para gerar valor a partir da Internet das Coisas? Obviamente, não é. Os dados ficam lá na tela, sem gerar valor algum. O que mais pode ser feito? Como gerar valor para os negócios? Vamos discutir a seguir uma ideia que se alinha com novas tendências resultantes da evolução tecnológica acelerada, dentre elas: economia compartilhada, servitização e mercado das coisas.

Imagine que você tem que fazer um projeto de iluminação inteligente de um condomínio. O modelo de projeto tradicional consiste em levantar os requisitos, projetar a solução, comprar os dispositivos, instalar e fornecer alguma garantia ou manutenção do parque instalado. Em um modelo novo, usando IOT, o cliente (condomínio) compra uma solução “turn key” de uma empresa, tipicamente integradora de soluções, que resolve exatamente o problema apontado. Nada mais. A empresa integradora vende a solução para cada condomínio e pronto.  O sistema funciona exatamente para aquilo que foi projetado.

É claro que existem problemas de segurança. Mas, no modelo anterior, a solução implantada pode ter usos não pensados de antemão. Por exemplo, pode ser que um garoto em uma garagem (do referido condomínio) crie uma solução genial com os outros sensores instalados. De temperatura por exemplo. Ou de pressão atmosférica. Pode ser que alguma solução na China precise de medidas de temperatura no Brasil, exatamente onde fica o condomínio. Os sensores instalados poderiam fornecer essas medidas mediante algum pagamento. Essa é a chamada economia das coisas.

A vantagem é que a solução criada se vende várias vezes, para vários usos diferentes. O integrador da solução pode inclusive ajudar na monetização da solução que será instalada. O modelo bottom-up baseia-se na ideia da auto-organização de pequenas partes para criar grandes sistemas. Visa resolver problemas via comportamentos auto-emergentes que resultam da interação social entre dispositivos, programas de computadores (serviços) e pessoas/inteligências artificiais.

Por fim, deixo a ideia de que todos os projetos de engenharia atuais devem ser pensados do ponto de vista do compartilhamento (economia compartilhada). Ou seja, como os donos podem gerar valor a partir do compartilhamento dos seus dispositivos, sistemas, soluções. É uma ideia muito poderosa.

Por Antônio Marcos Alberti, do Olhar Digital

https://olhardigital.com.br/colunistas/antonio_marcos_alberti/post/como_gerar_valor_a_partir_da_internet_das_coisas/83623

 


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